#CENTELHAS DE NADA# GRAÇA FONTIS: PINTURA Manoel Ferreira Neto: POEMA
Vulto
solitário de uma estrela,
A solidão
per-corre campos de neve,
Vertem
prismas de luzes as chamas serenas
Na lareira
de sentimentos esplendem miríades,
Repito a
pronúncia de verbos defectivos
A esfumarem
carícias do alvorecer,
Centelhas de
nada a rebuscarem labirintos,
Metafísicas
de náuseas a trafulharem condutas,
Coisas
inauditas delineiam esparsas imagens,
Subjetivadas
as visões,
À palma da
mão tornam-se contingências,
Por dentro,
por fora, nos cantos, nos ecos,
Vágulas
evidências de mim mesmo
Consolando
nunca de núncaras,
Carne do
conhecimento, ora veja!,
Lânguidas
queixas murmurando quimeras.
Vazios os
bosques, das verdes folhagens
Donde a
neblina escorre, flóreos bafos perfumam
Mistérios de
cavernas, bafejo o inefável das esferas,
Enigmas de
abismos, borrifo gotículas de perfume,
Elevam-me a
pensar o além dos mundos...
#RIODEJANEIRO#,
07 DE JANEIRO DE 2019#



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