#RE-VEZES DESFOLHAM VERBOS E REGÊNCIAS# GRAÇA FONTIS: PINTURA Manoel Ferreira Neto: POEMA
A morte
gélida sobre mim sopra
O pó das
asas, o tempo re-move moinhos,
Os ventos
perpassam o ziguezague das vias de grutas,
Legado
acerbo da ventura extinta,
Irreversíveis
vidas a fora porteiras, cercas, fronteiras,
Existir
entre névoas, neblinas invernais, flechas de destino
Rompem os
ventos em direção às montanhas
Nas gárgulas
desembocam águas pluviais,
Dúbios
archotes que a tremer clareiam
A lousa fria
de um sonhar que é falecido,
Antemãos de
revezes ampliam pretéritos esquecidos,
Tempo
esvaecido de átimos de segundos,
Tempo
engolfado nas bordas etéreas de chuvilhos,
Re-versos de
utopias desfolham verbos e regências,
Rasgam
papéis avulsos inversos invernos,
A morte fria
esvoaça as cinzas, gerências de nonadas
Melodiam a
alma, dos recônditos algazarra de vozes,
Regências de
sonhos vibram verbos a se miracularem
De
sentimentos, emoções,
Desejos,
vontades,
Mar de
angústias conduzindo ramos de esperanças,
Idílios de
amor sublime,
Num instante
como esse
Palavras se
esquecem,
Da terra
inteira o mais soberbo vale.
#RIODEJANEIRO#,
07 DE JANEIRO DE 2019#



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